Como tomar decisões difíceis?

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Como aprendemos a tomar decisões melhores?

Para tomar decisões melhores, é necessário ficar confortável com as dúvidas.

Todos nós possuímos intuitivamente um raciocínio probabilístico, que é a habilidade de considerar diversos resultados e estimar a probabilidade relativa de cada um.

Encaramos o futuro com múltiplas probabilidades e intuímos quais terão mais chances de sucesso. Você não precisa ser clarividente, mas sim considerar todas as experiências – incluindo fracassos e sucessos – e analisar quais são todos os desdobramentos possíveis.

Instinto Bayesiano

Se eu te disser que coloquei uma carne no forno há 20 minutos e te perguntar quanto tempo precisa para ficar pronto, você certamente não terá todos os dados para responder com precisão. Mas, poderá estimar de acordo com as receitas de carne que já preparou e responder com grande margem de acerto.

Se eu te disser que meu pai tem 90 anos e quero saber quanto tempo a mais tenho para viver ao lado dele, você tão pouco poderá prever com exatidão, mas considerá nossa expectativa de vida atual e presumindo que não ocorra nenhum acidente, poderá estimar menos de 1 década, certo?

Essas respostas tem por base um conjunto de experiências de vida e observações acumuladas. É o ‘instinto bayesiano” que responde por você.

Os seres humanos fazem esse tipo de cálculo com grande facilidade e tendem a acertar frequentemente suas suposições. São “previsores bayesianos extraordinários”, nas palavras de grandes pesquisadores do assunto.

Além do conhecimento empírico, existem também métodos que auxiliam na projeção de possíveis futuros para nos auxiliar na tomada de decisão. Um deles se popularizou na Universidade de Stanford.

Uma lição de Stanford

Uma das disciplinas optativas mais populares na Universidade de Stanford (EUA) – berço de grandes nomes como fundadores da Nike e Google – é a DYL (Designing your Life) – uma aplicação do Design Thinking para projetar a sua vida.

O programa desenvolve conceitos como gratidão, generosidade, adaptabilidade e autoconsciência. Dentre as orientações propostas, destaca-se a projeção de cenários. O que isso significa?

Desenhar diferentes cenários de como seria a sua vida dos sonhos é um exercício que abre sua mente para novas perspectivas, muitas vezes que sequer foram pensadas antes.

Bill Burnnet e Dave Evans, criadores do programa, orientam a desenhar 3 cenários:
• o 1o considerando como você vive hoje e o que acontecerá tendo sucesso no que já faz;
• o 2o considerando o que acontecerá na medida em que seus projetos paralelos darão certo;
• o 3o cenário em que todos os seus sonhos impossíveis acontecem.

Um exemplo prático

Uma história admirável tem uma figura pública como protagonista, mas traz diversos ensinamentos inspiradores, que representam uma aplicação prática de como uma trajetória de vida pode ser re-escrita a partir de uma decisão bem tomada. Assista ao vídeo para entender qual foi o ponto de virada e como ela tomou a decisão que a levaria para sua posição atual.

Por meio desse vídeo, podemos concluir que nem sempre a decisão que precisamos tomar é fácil. Novos desafios poderão surgir a partir disso. Mas a convicção interior, a análise de cenários e a intuição probabilística resultaram num verdadeiro case de sucesso, endossando todos os pontos que abordamos nesse post.

É claro que há muitas outras variáveis envolvidas e não podemos generalizar. Mas a compreensão de alguns dos preceitos que existem por trás das grandes tomadas de decisão já é um grande passo.

E você? Qual é a grande decisão que precisa tomar em sua vida? Com quem você conversa sobre isso?

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